Comendador Joaquim José de Souza Breves
Rei do café no Brasil Imperial
Coleção IHGB - (1804-1889)

A saga dos Souza Breves, pioneiros da cultura do café na serra fluminense. Cidades históricas do ciclo cafeeiro. Escravidão, solares e sesmarias no Império.

Um projeto permanente de divulgação da História do Café no Vale do Paraíba através do seu rico patrimônio histórico, artístico e cultural. Estão disponíveis nesse sítio para sua pesquisa e conhecimento, o acervo de fotografias, documentos, registros, plantas, processos e o relato das histórias familiares dos pioneiros da cultura do café na serra fluminense.

 
Laboratório de História Oral e Imagem
Universidade Federal Fluminense
Coleção de Imagens - Aloysio Clemente Breves
Conheça o autor
Meio Ambiente, Comportamento... Artigos, Monografias, Contos...
     

       
  O café no Vale do Paraíba
   

 

[01] Os Souza Breves e seu império de café

 

[02] O rei do café no Brasil Imperial

 

[03] O dono do Pinheiro e Bracuí

 

[04] As fazendas de café dos Breves

 

[05] Marambaia. Um viveiro da mão-de-obra escrava

 

[06] Na região dos Breves

 

[07] As ligações familiares

 

[08] As cidades do café no Império

 

[09] Preservação do Patrimônio Histórico

 

[10] História revisitada

 

[11] Memórias da Escravidão

 

[12] O Resgate da História

 

[13] São João Marcos - jóia barroca submersa

 

[14] Fragmentos...contando uma história

 

[15] Curiosidades, mitos, lendas e realidade nas terras dos Breves

 

[16] Olhares, recordaçõe e atualidades

 

[17] Nascimentos, Batismos e Casamentos nas fazendas

 

[18] O embaixador de Henrique IV

 

[19] Memórias de Piraí .

  [20] Nos tempos do barão

 

[21] Quilombos...quilombolas

 

[22] Genealogia, brasões, titulares

 

[23] Artigos, crônicas, monografias

 

[24] História do Café - ABIC

 

[25] Acervo documental.

 

[26] Biografias - Verbetes.

 

[27] Links recomendados

 

[28] Referências bibliográficas

   
 

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Para refletir ... sobre a escravidão.
 


Era um sonho dantesco... O tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...

Negras mulheres , suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras moças, mas nuas, espantadas
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs. (Os escravo, Castro Alves. O navio negreiro. Tragédia no Mar. Recife, 7 de Junho de 1865.)


"Interrogai o mais vil serviçal, coberto de andrajos, nutrido com pão preto, dormindo sobre a palha numa cabana entreaberta; perguntai-lhe se quer ser escravo, melhor nutrido, melhor vestido, melhor acomodado. Não somente responderá recuando horrorizado, mas haverá alguns a quem nem mesmo ousareis fazer a proposta".


Puffendorf diz que a escravidão foi estabelecida "como um consentimento das partes e por um contrato para fazer a fim de receber". Só acreditarei em Puffendorf quando mostrar-me o primeiro contrato".
(Dicionário Filosófico, Voltaire – 1694-1778)
 

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